Paredes direitas, luz boa, relva verde. O que distingue esta das outras está dentro das paredes: doze centímetros de lã de rocha, árgon entre os vidros, uma bateria que guarda o sol de hoje para a noite de amanhã. Nada disto se vê numa visita de quarenta minutos — vê-se na primeira fatura de inverno.
Construída em 2025 em projeto e execução WoodHouses, com licença de utilização emitida em janeiro de 2026, chega ao mercado com a cozinha equipada, a domótica instalada e a piscina licenciada. O lote, de 696,80 m², foi terraplanado durante a obra e ficou inteiramente plano — um relvado contínuo, virado a sul, com a piscina de frente para o sol. O arruamento é composto exclusivamente por moradias: entra-se ali para chegar a casa, não para atravessar.
Nota legal: a licença de utilização classifica o imóvel como T3. A divisão de 23,99 m² do rés do chão — com janela e casa de banho completa contígua — é legalmente uma sala. É por isso que comunicamos T3+1 e não T4.
Licença de utilização emitida em janeiro de 2026. Cozinha equipada, domótica instalada, piscina licenciada. Entra-se e vive-se.
O lote era um declive e foi terraplanado durante a obra. Relvado contínuo, sem escadas exteriores nem taludes.
Arruamento composto exclusivamente por moradias. Entra-se aqui para chegar a casa, não para atravessar.
A sala de estar ocupa 45,09 m² e abre sobre a piscina num vão contínuo. A cozinha, aberta para a zona de refeições, fecha o triângulo social do rés do chão. O hall de entrada distribui para a escada e para uma zona de trabalho aproveitada sob o lanço.



Feita por medida pela Movimar — fábrica no Núcleo Empresarial de Mafra, fundada em 1989, com mais de 8.000 m² de produção. Não é uma cozinha de catálogo montada por um distribuidor: foi desenhada e produzida a dez minutos desta casa, com ferragens Blum e acabamentos termolaminados de alta pressão. O que está atrás das portas segue a mesma lógica do que está à frente delas.



Fabrico por medida numa unidade com mais de 8.000 m² de produção e cerca de 80 especialistas — não montagem de módulos de catálogo. As ferragens são Blum, a referência austríaca da indústria: gavetões Legrabox e amortecimento Blumotion — a gaveta trava sozinha nos últimos centímetros, sem bater, carregada ou vazia. Os acabamentos são HPL Touch, lacado e poro sincronizado.
Frigorífico integrado, com painel a condizer com os armários e abertura estilo french door. A tecnologia BioFresh cria uma zona a cerca de 0 °C dividida em dois compartimentos: um de humidade alta, para fruta e legumes; outro de humidade baixa, para carne, peixe e queijo. O fabricante mede a diferença.
Placa de indução encastrada na ilha. A marca testa os aparelhos em fábrica para o equivalente a vinte anos de utilização média — é a razão pela qual custa o que custa, e a razão pela qual fica.
Forno e micro-ondas em coluna, à altura dos olhos. Sem baixar as costas para tirar um tabuleiro — um detalhe de ergonomia que se agradece todos os dias, e cada vez mais com o passar dos anos.
Exaustor de teto embutido no teto falso, com 16 cm de altura: do chão vê-se um painel de luz, não um exaustor. Painel LED de 28 W com temperatura de cor regulável entre 2.700 e 5.000 K — ilumina a ilha mesmo com a extração desligada. Caudal até 1.000 m³/h.
Bancada e frontal da ilha em Silestone, o quartzo compactado da Cosentino. Superfície não porosa: não absorve vinho, café ou azeite e não precisa da selagem periódica que a pedra natural exige.
Máquinas de lavar e secar em lavandaria independente de 4,18 m², com conduta que recebe a roupa suja vinda diretamente do piso superior. A roupa desce sozinha; ninguém carrega cestos pelas escadas.
A parte mais cara desta cozinha
é a que está fechada.
Marcas e modelos conforme instalados. Os tempos de conservação BioFresh são os indicados pelo fabricante em condições de ensaio.
São 23,99 m² no rés do chão, com janela e casa de banho completa mesmo em frente. Hoje está montada como sala de cinema, com projeção e tratamento acústico. Amanhã é um quarto, um escritório, um ginásio ou um quarto de hóspedes com casa de banho própria — sem paredes a mudar e sem obra a fazer.
É esse o verdadeiro alcance desta divisão. Com ela, o rés do chão reúne sala, cozinha, zona social, casa de banho completa e um quarto possível — vive-se num piso só, hoje ou daqui a vinte anos, sem subir escadas para dormir, tomar banho ou receber quem chega. A casa de banho em frente é completa, com duche amplo em base baixa e bancada em madeira.
O equipamento de projeção, som e tratamento acústico não está incluído no valor de venda — pode ser negociado à parte com a propriedade.




Os quartos estão virados a sul: o sol baixo entra no inverno, quando é preciso, e a pala do piso superior protege-os no verão, quando não é. Os três têm roupeiros embutidos — e os quartos 02 e 03 comunicam entre si por uma porta de correr embutida na parede. Aberta, são um espaço só, útil enquanto os filhos são pequenos. Fechada, são dois quartos independentes, com a mesma privacidade de sempre.
A suíte tem closet próprio e casa de banho com pia dupla. Todas as casas de banho têm espelhos com desembaciador e iluminação integrada.






Certificado energético SCE386873136, emitido a 31 de outubro de 2025 e válido até 2035. Classe A+, com selo NZEB21 — Edifício de Necessidades Energéticas Quase Nulas. Os números abaixo não são estimativas comerciais: são os do certificado.
Um quarto do consumo
que a lei ainda permite.
A diferença não se vê na visita. Vê-se todos os meses, durante os próximos trinta anos.
| Elemento | U do imóvel | Máx. legal |
|---|---|---|
| Paredes exteriores | 0,21 | 0,40 |
| Cobertura | 0,16 | 0,35 |
| Vãos envidraçados | 1,10 | 2,40 |
Quanto mais baixo o U, menos calor atravessa. Todos os valores desta casa estão entre metade e um terço do máximo exigido por lei.
Fonte: certificado energético SCE386873136 (ADENE), válido até 31.10.2035, e ficha técnica da habitação.
A intuição é enganadora: uma parede grossa de betão não isola melhor por ser grossa. O betão é um bom condutor — conduz o calor para fora no inverno e para dentro no verão. Nesta casa, a parede é multicamada: os 12 cm de lã de rocha travam o calor, o painel de fibras de madeira e o gesso cartonado duplo travam o som, a caixa de ar ventilada corta a ponte térmica e o capoto exterior fecha o conjunto.
O resultado está na tabela ao lado: 0,21 W/m²·°C nas paredes, contra os 0,40 exigidos por lei. Menos espessura ocupada, mais desempenho entregue — e mais metros quadrados úteis dentro das mesmas medidas exteriores.
O isolamento acústico não vem da massa, vem da descontinuidade. Camadas de densidades diferentes — lã mineral, fibra de madeira, gesso, ar — obrigam a onda sonora a mudar de meio várias vezes e a perder energia em cada passagem. É o mesmo princípio do vidro duplo com câmara de árgon que está nas janelas.
Na prática: uma rua sem trânsito de passagem, três quartos virados a sul e paredes que não devolvem o som do resto da casa.
A estrutura é de aço leve galvanizado. Num sismo, a força que um edifício recebe é proporcional à sua massa — uma estrutura mais leve recebe menos carga, e o aço tem a ductilidade para deformar sem partir, em vez de fissurar. É a razão pela qual o sistema é referido pelo seu comportamento antissísmico.
O aço galvanizado não apodrece, não fissura, não é atacado por térmitas nem por fungos, e é reciclável no fim de vida. A madeira usada é certificada FSC e PEFC. A obra a seco praticamente não gera desperdício — o que é entregue em estaleiro é o que fica na casa.



Fontes: certificado energético SCE386873136 (ADENE) e ficha técnica da habitação, para os valores desta casa. As características gerais do sistema construtivo em aço leve são as descritas em idealista/news. Nenhuma destas notas substitui o projeto de estabilidade, disponível para consulta.
Alpendres: 82,50 m², com dois lugares de estacionamento coberto.
Escadas e patamares completam os 185,63 m² de área útil do certificado energético. Área bruta de construção: 234,35 m². Implantação: 139,10 m². Altura: 6,00 m. Volumetria: 374,50 m³.
O lote era um declive e foi terraplanado durante a obra — 696,80 m² sem um degrau, e isso não é um detalhe técnico. É o que permite atirar uma bola ao fundo do relvado e deixar os miúdos correr atrás dela sem ninguém ter de vigiar um desnível. Um exterior contínuo, plano e fechado sobre si mesmo, onde se joga à bola, se anda de bicicleta e se está.
A piscina de água salgada, de 51,60 m³ e licenciada, está virada a sul: apanha sol de frente ao longo do dia e aquece de verdade. É para se usar de maio a setembro, não para ficar bonita numa fotografia de maio.



A Venda do Valador é uma bolsa de moradias entre a Malveira e a Venda do Pinheiro. O comércio faz-se a pé; o nó da A8 faz-se em dois minutos. Das duas coisas, normalmente só se consegue uma. O parque habitacional em redor é maioritariamente dos anos 90 e 2000 — esta é uma das poucas construções verdadeiramente novas da zona. Solo urbanizado, em espaços habitacionais consolidados.
O concelho de Mafra valorizou 19% no último ano, 62% em três e 117% em cinco. Fonte: Confidencial Imobiliário, índice RIL, 12 meses a julho de 2026.
PEDABLIOS
Venda do Valador. Construção de 2025, classe A+ e um lote sem um degrau. Partilhamos com todas as agências imobiliárias 50% | 50%, com licença AMI válida. Entra em contacto para agendar a tua visita.
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